Archive for the ‘ Serra da Mantiqueira ’ Category

Pedal Gonçalves / Cantagalo / Costas – trilha bônus DVD

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Saída na igreja Matriz de Gonçalves, MG

Ontem era dia de descanso. Descanso do escritório e dos cursos de escalada. Perfeito para vadiar, digo, mudar de trabalho e ir marcar mais um percurso que estava de olho faz tempo. Desta vez fui só. Sem companhia nem tempo para ir atrás de alguém, peguei a magrela e segui antes das 10h00 sentido Gonçalves, distante 20km daqui de casa.

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Arte pelo caminho

O trajeto que queria fazer inicia em uma estrada que eu tinha a curiosidade de percorrer cada vez que ia para Cambuí ou Monte Verde via Gonçalves. A bifurcação que me chamava a atenção é logo na saída de Gonçalves e segue em direção ao bairro do Cantagalo.

A estradinha foi uma agradável surpresa. Primeiro é pouquíssimo utilizada, cruzei com 4 carros apenas em mais de 20km, e segundo, o visual é estupendo, principalmente na bifurcação que sai da estrada que vai do Cantagalo para Cambuí e segue para os Costas. Neste trecho a serra é bem alta, com longos trechos de sombra, mata bem conservada e muitos pássaros.

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Eita Minas Gerais!

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Floresta de araucárias

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Pedalzão!

Esta trilha será uma trilha bônus do DVD que vamos fazer e que poderá acompanhar o Guia MTB na Serra da Mantiqueira. O DVD conterá os arquivos GPS, vídeos e algumas trilhas a mais para quem quiser curtir ainda mais essa região tão bonita.

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Mountain Bike na Serra da Mantiqueira – finalmente saiu da gráfica!

Mountain Bike na Serra da Mantiqueira

Após um ano de levantamentos e mais de 730km de trilhas mapeadas, finalmente saiu da gráfica o guia Mountain Bike na Serra da Mantiqueira, com 32 trilhas detalhadas pelas cidades de Campos do Jordão, São Bento do Sapucaí e sul de Minas Gerais (Gonçalves, Paraisópolis e Sapucaí-Mirim).

Com 96 páginas no formato de bolso, o guia que custa R$ 20,00 poderá ainda ser acompanhado de um DVD (R$ 5,00) contendo os arquivos GPS das trilhas que constam na publicação, mais algumas trilhas bônus, além de vídeos.

O Guia estará em breve à venda nas lojas especializadas, mas já pode ser adquirido por correio no site https://mantiqueirabikers.wordpress.com/guia-mtb-serra-da-mantiqueira/

Boas pedaladas mantiqueirenses!

Sistema de paginação e descrição das rotas.

Volta norte de Campos do Jordão

No topo do Imbiri. Metade do percurso

No topo do Imbiri, Marquinhos, Tijolo e eu. Metade do percurso apenas.

No domingo pela manhã recebi um telefonema do amigo Luciano “Tijolo” Corrêa de Campos do Jordão para um pedal bordeando a cidade no dia seguinte. Demorou! Apesar do cansaço do curso de escalada do final de semana e da gripe, segunda-feira nos encontramos e juntos com o Marquinhos da Bike Ação, partimos para um rolê sensacional que contorna a cidade pela lado sul.

Marquinhos e Tijolo estreando a nova Clustler Bomb da Da Bomb

O pedal começa no Portal, desce pela SP 123, sobe rumo ao Palácio, entra em trilhas e estradinhas e segue até o Pico do Imbiri, ponto culminante do município. Do Imbiri, a descida é por uma trilha que começa bacana e depois fica difícil se mantar na bike, pois as erosões dos pneus de motocros literalmente cavaram valas e nos força a segurar a bike. Após um trecho rápido por ruas, entramos na trilha do morro do Elefante que é bem técnica e pra quem pedala forte é alucinante.

Somamos 26km de percurso. Mais um roteiro planilhado, que fará parte das trilhas bônus do DVD que vai acompanhar o Guia de MTB da Serra da Mantiqueira, que já está na gráfica e com previsão de uma semana para ficar pronto.

Visual do Imbiri

Visual do Imbiri

Mapa do rolê

Trilha do Trilho

Início da trilha do trilhos da EFCJ

Segunda-feira passada, o Artur e o Vitor levantaram mais uma planilha da trilha que segue pelos trilhos da Estrada de Ferro Campos do Jordão, e que o Marcio Prado e o Luciano Corrêa haviam nos indicado acrescentar no Guia de MTB da Serra da Mantiqueira.
Pegue aqui o link para GPS: http://www.everytrail.com/view_trip.php?trip_id=1773184

Você vai passar por várias estações, onde pode abastecer-se de água

Ponte férrea. Cuidado para não cruzar com o trem neste momento!

Artur passando pelo Lajeado, ponto férreo mais alto do Brasil

Artur passando pelo Lajeado, ponto férreo mais alto do Brasil

Artur passando pelo Lajeado, ponto férreo mais alto do Brasil

Na trilha do Batman, desta vez a verdadeira!

Meses atrás, eu já havia tentado fazer esta trilha em outro pedal, no qual o Silvério Néry e eu fomos cair na estrada do Bairro do Baú e mais, errado o caminho. Desta vez, peguei mais detalhes sobre o início da trilha e acho que desta vez consegui fazer a verdadeira trilha do Batman.

 

Freio PCB da Ashima, segredo pra roda não travar e você não capotar.

O pedal começa saindo do Pesca na Montanha / Zoom bike park, desce por uma trilha bem ruim e silcada pelos motoqueiros até o bairro da Campista e retorna ao Pesca na Montanha por outro caminho, parte em asfalto, parte por estrada de terra.

Fomos obrigados a sair da trilha várias vezes, por conta dos sulcos fundos que as motos cavaram na trilha original.

Segue o link pra quem quiser fazer a trilha usando o GPS, iPhone ou outro celular com GPS e sistema Android:http://www.everytrail.com/view_trip.php?trip_id=1611108

 

Volta pra casa no por-do-sol mantiqueirense

 

Pedal até o Campestre e Ponte Nova

Pronto pra fritar as pernas, na igrejinha em frente ao NR

Definitivamente hoje não era um dia pra pedalar. Estou com dor de garganta faz dois dias e amanheceu com muito frio aqui na serra. Mas… o trabalho do Guia está atrasado, então, já que não tem jeito, vambora. Tomo um coquetel antes de sair de São Bento e sigo para Sapucaí-Mirim, mapear o caminho para o Campestre e achar uma saída para o Bairro da Ponte Nova.

A estrada começa quase no centro da cidade, numa igreja em frente ao Acampamento NR. Zero o odômetro, limpo os dados do GPS e toco ladeira acima. A primeira vez que estive que subi esta estrada, foi com um croqui de trilhas de Sérgio Beck, no qual descrevia o caminho para o Alto do Campestre e a volta pelo Serrano e São Bento do Sapucaí. Os caboclos conhecem o Alto do Campestre como Pedra Bonita e para o pessoal local, Campestre é um outro pico, mais alto onde há umas antenas de retransmissão de TV.

A subida fica forte antes de completar 2km. E sobe sem descanso por mais 8km, até uns sítios onde havia a serraria que era o ponto de entrada da trilha para a Pedra Bonita. Por sorte, nunca vi aqui na região uma estrada com tanta sobra, cheguei a passar frio, mesmo com o sol forte. A serraria foi desativada e não cheguei a ver ninguém que pudesse me informar sobre o acesso atual para chegar a Pedra. Deste ponto em diante, a estrada sobe mais suave por 4km até uma bifurcação que segue de volta a Sapucaí-Mirim ou Monte Verde. Desço, deitando o cabelo na estrada que é bem larga e em 40minutos chego ao Bairro da Ponte Nova, onde sigo mais uns poucos quilômetros pelo asfalto.

Pinhões estão frescos e gostosos agora, em junho você vai comer pinhões duros nas festas juninas.

Alto do Campestre ou Pedra Bonita, vista da estrada, onde existia a serraria que marcava o início da trilha. Dez quilômetros após Sapucaí-Mirim.

No rolê de hoje, ao contrário dos outros, onde deixava o GPS na mochila, levei-o no guidão da bike para ir conferindo o odômetro do GPS que funciona via satélite com o do ciclo-computador, que marca conforme o giro da roda. Já sabia que iria dar alguma diferença, e rolou mesmo, pequena nos trechos de subida, já que ao andar mais lentamente o GPS é mais preciso e marca em linha reta, não contando alguns zig-zags que o do ciclo-computador considera. Daí que na subida, o ciclo-computador marcou uma diferença para mais, em torno de 2%. Já na descida, como não há tempo do GPS ler todas as curvas, ela vai formando retas, e a diferença subiu para algo em torno de 6% de diferença. Sussa, dá para se orientar, ainda mais numa estrada.

Na subida, deu menos de 2% de diferença entre o GPS e o ciclo-computador

Mapa da banda de hoje