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Serranos, Ribeirãozinho e Pedra da Divisa – trilha bônus DVD

Mês passado, fiz um pedal bem fácil de quem não conhece se orientar, em sua maioria por estradas, de fácil orientação, cruzando de SP para MG e depois voltando pelo bairro do Ribeirãozinho e pela trilha da Pedra da Divisa, passando pela cachoeira do Tobogã.

Col entre o Pinheiros e os Serranos.

Col entre o Pinheiros e os Serranos.

O arquivo GPS, Android e iPhone está no http://www.everytrail.com/view_trip.php?trip_id=1905896

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Pedal Gonçalves / Cantagalo / Costas – trilha bônus DVD

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Saída na igreja Matriz de Gonçalves, MG

Ontem era dia de descanso. Descanso do escritório e dos cursos de escalada. Perfeito para vadiar, digo, mudar de trabalho e ir marcar mais um percurso que estava de olho faz tempo. Desta vez fui só. Sem companhia nem tempo para ir atrás de alguém, peguei a magrela e segui antes das 10h00 sentido Gonçalves, distante 20km daqui de casa.

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Arte pelo caminho

O trajeto que queria fazer inicia em uma estrada que eu tinha a curiosidade de percorrer cada vez que ia para Cambuí ou Monte Verde via Gonçalves. A bifurcação que me chamava a atenção é logo na saída de Gonçalves e segue em direção ao bairro do Cantagalo.

A estradinha foi uma agradável surpresa. Primeiro é pouquíssimo utilizada, cruzei com 4 carros apenas em mais de 20km, e segundo, o visual é estupendo, principalmente na bifurcação que sai da estrada que vai do Cantagalo para Cambuí e segue para os Costas. Neste trecho a serra é bem alta, com longos trechos de sombra, mata bem conservada e muitos pássaros.

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Eita Minas Gerais!

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Floresta de araucárias

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Pedalzão!

Esta trilha será uma trilha bônus do DVD que vamos fazer e que poderá acompanhar o Guia MTB na Serra da Mantiqueira. O DVD conterá os arquivos GPS, vídeos e algumas trilhas a mais para quem quiser curtir ainda mais essa região tão bonita.

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Mountain Bike na Serra da Mantiqueira – finalmente saiu da gráfica!

Mountain Bike na Serra da Mantiqueira

Após um ano de levantamentos e mais de 730km de trilhas mapeadas, finalmente saiu da gráfica o guia Mountain Bike na Serra da Mantiqueira, com 32 trilhas detalhadas pelas cidades de Campos do Jordão, São Bento do Sapucaí e sul de Minas Gerais (Gonçalves, Paraisópolis e Sapucaí-Mirim).

Com 96 páginas no formato de bolso, o guia que custa R$ 20,00 poderá ainda ser acompanhado de um DVD (R$ 5,00) contendo os arquivos GPS das trilhas que constam na publicação, mais algumas trilhas bônus, além de vídeos.

O Guia estará em breve à venda nas lojas especializadas, mas já pode ser adquirido por correio no site https://mantiqueirabikers.wordpress.com/guia-mtb-serra-da-mantiqueira/

Boas pedaladas mantiqueirenses!

Sistema de paginação e descrição das rotas.

Volta norte de Campos do Jordão

No topo do Imbiri. Metade do percurso

No topo do Imbiri, Marquinhos, Tijolo e eu. Metade do percurso apenas.

No domingo pela manhã recebi um telefonema do amigo Luciano “Tijolo” Corrêa de Campos do Jordão para um pedal bordeando a cidade no dia seguinte. Demorou! Apesar do cansaço do curso de escalada do final de semana e da gripe, segunda-feira nos encontramos e juntos com o Marquinhos da Bike Ação, partimos para um rolê sensacional que contorna a cidade pela lado sul.

Marquinhos e Tijolo estreando a nova Clustler Bomb da Da Bomb

O pedal começa no Portal, desce pela SP 123, sobe rumo ao Palácio, entra em trilhas e estradinhas e segue até o Pico do Imbiri, ponto culminante do município. Do Imbiri, a descida é por uma trilha que começa bacana e depois fica difícil se mantar na bike, pois as erosões dos pneus de motocros literalmente cavaram valas e nos força a segurar a bike. Após um trecho rápido por ruas, entramos na trilha do morro do Elefante que é bem técnica e pra quem pedala forte é alucinante.

Somamos 26km de percurso. Mais um roteiro planilhado, que fará parte das trilhas bônus do DVD que vai acompanhar o Guia de MTB da Serra da Mantiqueira, que já está na gráfica e com previsão de uma semana para ficar pronto.

Visual do Imbiri

Visual do Imbiri

Mapa do rolê

Mas será o Batman?

Subida da Campista. Cabulosa.

Ainda bem que o quadro da bike é de alumínio, caso contrário, o sal do meu suor já o teria consumido. A subida da estrada da Campista, que começa no Paiol Grande e termina no Pesca na Montanha é de fazer a gente suar feito numa sauna. O suor mina da testa, escorre pelo nariz, pelo queixo, encharca a camisa, as alças da mochila… ô desgraça.

Desde o início de dezembro que eu não pedalava pelas serras. Tenho mantido o treino, mas o levantamento de trilhas estava estacionado. Viajei com o Vitor e Artur pelo norte da Patagônia e tive que dar um tempo neste trabalho. Os posts desta viagem estão no meu blog da ESPN:
http://espn.estadao.com.br/eliseufrechou/post/234811_ROLES+PATAGONICOS+EL+BOLSON
http://espn.estadao.com.br/eliseufrechou/post/235620_ROLES+PATAGONICOS+CAJON+DEL+AZUL
http://espn.estadao.com.br/eliseufrechou/post/236565_ROLES+PATAGONICOS+CERRO+CATEDRAL+E+FREY

Anteontem o Silvério Nery me passou uma mensagem dizendo estar livre para um pedal no dia do aniversário de Sampa. Resolvemos tentar a trilha do Batman, que segundo o Paulão Menezes, seria fácil de achar. Fácil pra quem sabe, e eu, que não sou muito inteligente, vivo caindo nessa história.

Partimos de casa às 09h20, e pedalamos os 19km de asfalto até o ponto onde deveríamos entrar na terra. Eu conhecia o início, ou melhor, a saída do asfalto para a trilha, mas logo nos primeiros 200 metros já apareceram 2 possibilidades de caminho. Seguimos a segunda, que parecia ser a mais óbvia para desembocarmos na estrada do bairro do Baú.

Assim que saímos do asfalto da Campista, uns 300m após a entrada do caminho de terra que vai para o Bauzinho, subimos até um mirante no qual avistamos a Pedra do Baú. De lá, a trilha desce, sobe maqis um morro e entra numa floresta. Daí pra frente, a trilha estava bem suja, apesar de marcada. Muitos galhos, derrubados pelos temporais, impediam nossa pedalada, e o jeito foi empurrar mesmo. Mais uns metros, e outra bifurcação que descia nos levou a um campo de unhas-de-gato, uma famigerada planta cheia de espinhos. A trilha, que devido a erosão típica, deve ter sido muito usada para o motocross, era bastante estreita devido as voçorocas e por mais um certo tempo tivemos que segurar as bikes morro abaixo.

Visual diferente do Bauzão

Segundo topo, daí pra frente, a trilha entra numa floresta e desce em direção ao B. do Baú

Aos poucos, após um pinheiro marcado com uma seta, a trilha foi abrindo e o pedal se tornou possível. Saímos, umas centenas de metros à frente, numa clareira com 3 trilhas, na qual tivemos que adivinhar o caminho, e assim foi por mais 2 vezes. Felizmente acertamos e conseguimos sair em uma casa onde perguntamos sobre o caminho para a estrada do bairro do Baú. De lá, a estrada é sinalizada, e mais 2 horas com parada para um lanche, e chegamos em São Bento.

Na verdade, não estou bem certo de que trilha fizemos é o Batman que o Paulão havia me indicado. Nesta mesma região existem várias trilhas como o Tombo certo, Serrote e Serrotinho, então vou esperar repetir com os brothers para saber se fomos pelo caminho certo ou emendamos trilhas.

Acho que se a intenção do Silvério era de descansar nesse feriado, ele vai ter que descansar é hoje, no trabalho!

Na florestinha após os topos. a trilha vai ficando cada vez mais cheia de obstáculos.